Não acaba assim entre os espaços que não sei. Entre o silêncio e a busca por respostas que foram e são. Mas de novo eu não entendo e não consigo alcançar o outro lado, ainda. Parece escapar-se num sopro. Parece? Pois que me perdi entre o signo e as entrelinhas. Estacionar o meio em mim e distanciar as margens, todas. Posto que li meu corpo... Entre, entre e até. O que é a mente quando exposta na perguntação? Vou responder: 'não sei'. Diz que posso e que não vai estar longe. Diz? Dizem que estou repetindo palavras. Um metro quadrado de palavras, e o que faço com esse sentir que é infinito? Eu infinito, meu sentimendo que não é só verbo. Mas não percebi. Para não esquecer, para não deixar eu ir. Se eu sinto que um pedaço desapareceu e o olhar repousou, se eu sinto, é por que estou longe de mim? Qual parte ficou? Ao norte, este sul.
Faz frio, faz ficar perto de mim. Faz histórias e descrições de como eu sou para que eu possa conhecer. Cuidar. Eu deito e transborda a vida inspirada. Acabou? Eu começo-me. Agora, pelos braços estendidos: o centro. Acaba quando eu conheço, por fim. E acaba, sim.
